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A artista plástica Suzana Jahnel fez as pazes com o medo e ganhou confiança para tocar até o projeto pessoal que tanto adiou.

 

Suzana: “Hoje estou colocando foco no processo criativo e não no resultado. Confio que, seja o que se apresentar, saberei improvisar e criar em cima.”

 

Já tinha ouvido falar da improvisação aplicada e das maravilhas que ela promove na vida. Em julho de 2017, incentivada pelo Rodrigo Vergara e movida por um medo que estava atrapalhando minha vida, decidi fazer o programa extensivo do Brincar de Crescer.

 

No primeiro encontro voltei para casa feliz e leve, com a excitação de uma criança quando brinca de algo muito divertido. Pensei: "Uau! Que delícia! Como é poderoso estar presente e conectada com o outro de maneira intensa e verdadeira, é isso que eu quero para a vida!"

 

Os jogos que fazemos no programa, aparentemente inofensivos, trazem à tona um conteúdo muito rico sobre nosso mundo interno, sobre nossos padrões e medos. Com esses padrões expostos, você pode escolher o que fazer com eles. É aí que a diversão e a mudança acontece, porque saímos totalmente da zona de conforto e esse treino nos jogos te ajuda a encarar a vida de outra forma. Por exemplo, me considero uma pessoa extrovertida, mas levo um tempo para me sentir confortável em situações novas ou com pessoas novas. Com o aprendizado do programa, outro dia fui a uma palestra, observei algumas pessoas falando e no final fui conversar com elas e expor o que eu havia gostado em determinado ponto da fala delas. Esse papo rendeu sorrisos e novas parcerias profissionais.

 

Também pude vivenciar no programa o que já andava estudando e observando: ao se vulnerabilizar, você cria um vínculo imediato com o outro. É o que nos faz humanos, por isso é tão forte e potente quando isso acontece. A hora em que você entende que é esse fator humano que nos conecta, muitas amarras e medos se dissolvem. Passar pela vivência também fortaleceu a minha coragem para me expor e falar o que eu penso e sinto. Ou seja, vulnerabilidade tem tudo a ver com coragem!!! Fica a dica!

 

Ainda sobre se colocar nesse lugar de vulnerabilidade, quem está na chuva é para se molhar, né? Como a atmosfera criada nas vivências era de muito acolhimento e confiança, pude me jogar nos micos e nos erros, coisa totalmente impensável antes.

Lá desenvolvi um olhar generoso que permitiu que eu me divertisse com o erro e me apropriasse criativamente dele.

 

Foram semanas em que meu corpo, minha mente e minha alma ficaram em festa!

 

Sinto que também desenvolvi uma consciência maior para o momento presente. Estou mais focada, mais presente nas minhas ações. Tanto que, quando não estou aqui e agora, consigo perceber rapidamente e, na medida do possível, voltar à presença.

Mas a principal diferença prática se traduz no projeto que estou montando. Por muito tempo, anos até, eu quis ter um projeto autoral, um projeto em que eu fosse protagonista. Mas sempre adiei a ideia, porque achava que não estava preparada, não estava pronta. Só podia ir adiante quando o projeto estivesse perfeito. Hoje estou colocando foco no processo criativo e não no resultado. Confio que, seja o que se apresentar, saberei improvisar e criar em cima.

 

E por fim e não menos importante, quando brincamos entramos em contato com a nossa essência de forma autêntica e espontânea. Essa tem sido uma das minhas buscas e a improvisação me ajudou a dar passos largos em direção à ela.

Aho! Viva! Cataploft! Rrrrrrrrr! Fuimmmmm! Boing! Riaaaaa.


 

 

 

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