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Fazia anos que eu havia perdido a alegria

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Saiba como a historiadora Patricia Pacini reencontrou a vontade e o entusiasmo, ao se deixar absorver no aqui e no agora

 

Patricia Pacini: "Parece piegas, mas foi o que aconteceu comigo: aprendi a estar no aqui e no agora, e foi a coisa mais maravilhosa que me aconteceu."

 

Nunca me esqueço da maneira com a qual entrei em contato com o Rodrigo, da RIA, após ter lido um depoimento dele em que ele relatava sua experiência com a improvisação.

Escrevi um e-mail, que hoje considero até meio malcriado, dizendo que já havia feito milhares de terapias, lido um milhão de livros, conversado com quinhentas pessoas e que me encontrava numa fase de transição complicada, em que não estava conseguindo encontrar em mim a tal "vontade" de seguir adiante. Enfim, estava (estou) numa fase chatíssima de procurar "o que fazer daqui pra frente" - eu e a torcida do Flamengo!!

 

Porque o que havia chamado minha atenção no depoimento do Rodrigo era justamente o trecho em que ele diz que os jogos de improvisação despertaram nele a "vontade". Por isso entrei em contato com a RIA. Fomos trocando e-mails e, cheia de dúvidas e questionamentos quanto a esse "novo" método, decidi participar de uma vivência do programa Brincar de crescer, em maio de 2017.

 

O primeiro encontro já foi muito, muito bom. Mas, como meu mental não me deixa em paz, continuei me questionando - será? Decidi continuar. Fui ao segundo encontro e aí fui pega pelo cangote. Comecei a querer que as terças-feiras chegassem logo para que eu pudesse brincar de crescer. Aliás, não consigo pensar em nenhum título melhor para esses encontros. Através de jogos, extremamente inteligentes e (aparentemente) leves, você se vê num tempo e num espaço de onde jamais deveria sair ou onde sempre deveria estar, que é no aqui e agora. Por mais piegas que isso possa parecer (piegas porque é o que está escrito no "manualzinho da vida": "fique sempre no aqui e agora, pois não existe outro lugar nem outro tempo."), não dá para negar que é assim. E, no entanto, raramente, muuuuuiiiitooo raramente, fazemos isso. Vivemos depressivos ou ansiosos, presos ao passado e/ou ao futuro, me corrija se eu estiver errada.

 

Bom, os jogos de improvisação me levaram a manter o foco e a permanecer presente da maneira mais gostosa, alegre, divertida, séria e inteligente que tive conhecimento até agora. Procurar a "vontade" dentro de mim é procurar o que me traz alegria. Sim, alegria, não euforia.

 

Fazia anos que eu havia perdido a alegria e estava procurando onde a larguei. Garanto a você que ali, naquelas sessões de improvisação, focada na realização das atividades, encontrei a alegria. E, como tudo é uma questão energética, levando para casa e dentro de mim aquela energia, aos poucos, começaram a vir à tona algumas "vontades", algum entusiasmo.

 

Resolvi continuar estudando psicologia, por conta da experiência com os jogos, que têm tudo a ver com o psicodrama e com a pós-graduação em arteterapia.

Como todo trabalho terapêutico e energético, esse também requer esforço, assiduidade e persistência. É preciso querer atingir seu objetivo e as ferramentas são inúmeras. O que posso dizer aqui é que essa jornada fez total sentido pra mim e agradeço um montão esse pessoal do RIA - Rodrigo, Markus e Gabi - pelo excelente trabalho que desenvolvem e levam até as pessoas. Valeu RIA, valeu BRINCAR DE CRESCER. Espero seguir no "hard level" e me aprofundar cada vez mais em brincar de ficar no aqui e no agora.

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