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A Revolução do Altruísmo

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Em uma época de grandes desafios globais, é importantíssimo que a gente olhe para a natureza humana e se questione quais são as ferramentas que podemos usar para causar mudança nesse cenário.

 

“Há séculos que o interesse próprio é tido como principal motivação do ser humano. Mas ao longo da última década, essa ideia tem sido cada vez mais contestada. Uma nova pesquisa aponta que o altruísmo é intrínseco ao homem.”

 

Grandes estudos no campo da ciência social sempre indicaram que as motivações dos seres humanos se apoiam em uma postura egoica e autocentrada. No entanto, pesquisadores do mundo inteiro estão investindo recursos para confirmar uma hipótese contrária.

 

O documentário “The Altruism Revolution” (A Revolução do Altruísmo de Sylvie Gilman e Thierry Vincent de Lestrade, 2015) retrata o percursos que cientistas, psicólogos, neurocientistas e pesquisadores estão fazendo para aprofundar a visão sobre o que é intrínseco e o que é culturalmente aprendido quando se trata de ajudar e se importar genuinamente com o outro e com o coletivo. Eles têm estudado muito sobre as leis e regras pelas quais operamos e estão inventando um novo vocabulário no qual altruísmo e colaboração são palavras-chave.

 

Entre as pesquisas, o documentário ilustra crianças muito pequenas (entre 18 e 24 meses) sendo indiscriminadamente solícitas. Durante alguns testes, elas apresentam naturalmente uma vontade de ajudar uma pessoa que demonstra necessidade de auxílio mesmo sem conhecê-la.

 

As novas experiências indicam que nascemos com esse impulso altruísta e é com o tempo e com a convivência social que nos tornamos mais individualistas e centrados nos próprios interesses.

E os cientistas do altruísmo não param por aí! Eles estão pesquisando profundamente o que chamamos de empatia. Experimentos complexos na área da neurociência estão sendo realizados para avaliar como reagimos às emoções alheias. Em imagens de escaneamento cerebral, é possível perceber nitidamente que nosso cérebro ativa as mesmas áreas de outra pessoa quando assistimos alguma cena em que ela passe por uma situação emocional intensa (como dor, por exemplo).

Mas como fazemos para usar essa nossa habilidade natural na direção da transformação social? Entre as possibilidades, o documentário cita a meditação, a contemplação, a prática da gratidão, o trabalho com crianças pequenas que ainda tem uma estrutura com grande plasticidade cerebral e emocional, entre outras.

 

Saber que somos naturalmente altruístas, é revolucionário. Que a gente utilize todos os estudos que estão sendo desenvolvidos na área para aprofundar a conversa e quem sabe mudar a forma como tratamos a educação e o nosso desenvolvimento enquanto seres coletivos.

Estamos acostumados a olhar para o que nos falta enquanto sociedade. E se a gente colocasse ainda mais energia e atenção naquilo que já temos?! Vamos praticar?

Aqui está o trailer do documentário.

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